top of page

Resultados da busca

Buscar neste site

135 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Psicologia Financeira

    O que é Psicologia Financeira? A Psicologia Financeira analisa a relação entre a mente humana e o dinheiro, mostrando que decisões financeiras são influenciadas por fatores emocionais, cognitivos e comportamentais. Isso explica porque pessoas usam o dinheiro de forma impulsiva, têm dificuldade em poupar e adoecem emocionalmente por motivos de dinheiro. Saiba como funciona a Psicologia Financeira e como ela pode te ajudar! O que o livro "A Psicologia Financeira" ensina? O livro "A Psicologia Financeira", de Morgan Housel, traz ensinamentos atemporais sobre fortuna, ganância e felicidade, desmistificando a ideia de que a riqueza é sinônimo de sucesso financeiro. O livro demonstra como emoções como medo, esperança, ganância e arrependimento podem distorcer o julgamento e levar a escolhas financeiras irracionais. Ele também explora como nossas crenças sobre dinheiro, formadas por experiências passadas e influências sociais, moldam nossos hábitos financeiros. A Psicologia Financeira incentiva o autoconhecimento para que possamos identificar nossos próprios padrões de comportamento e trabalhar para mudar aqueles que nos prejudicam financeiramente. Por exemplo: se uma pessoa possui forte Viés da Autoconveniência, tenderá a atribuir a si os sucessos financeiros e a fatores externos, as perdas. Sendo que o contrário pode estar acontecendo e seria necessário trabalhar internamente a correção desse viés cognitivo. 3 Conceitos da Psicologia Financeira: Aversão à perda: A tendência de sentir mais dor com uma perda do que prazer com um ganho de mesmo valor. Viés de confirmação: A tendência de buscar informações que confirmem nossas crenças preexistentes. Heurística da disponibilidade: A tendência de julgar a probabilidade de um evento com base na facilidade com que exemplos vêm à mente. 3 riscos de não usar a Psicologia Financeira Dívidas crescentes: A impulsividade e a dificuldade em resistir a tentações podem gerar dívidas arriscadas. Perda de oportunidades: O medo de perder dinheiro ou a busca por ganhos rápidos podem levar a decisões precipitadas e a perda de oportunidades de investimento. Dificuldade em alcançar objetivos: Sem um planejamento financeiro sólido, baseado no autoconhecimento, é difícil alcançar metas como comprar a casa própria ou garantir uma aposentadoria tranquila. Como as finanças afetam a Saúde Mental O mau uso do dinheiro, as dívidas ou o medo constante de perder podem ter consequências significativas para a Saúde Mental, como: Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG): Preocupação excessiva e constante com finanças, dívidas e futuro financeiro. Transtorno do Pânico: Ataques de pânico desencadeados por situações financeiras estressantes ou a antecipação de eventos financeiros negativos. Depressão: Sentimentos de tristeza, desesperança e desvalorização relacionados a problemas financeiros, como dívidas ou perda de emprego. Transtorno Bipolar: Flutuações extremas de humor, com episódios de mania (gastos excessivos) e depressão (sentimentos de culpa e desesperança). Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): Pensamentos obsessivos sobre dinheiro, como a necessidade de contar dinheiro ou verificar contas repetidamente, e comportamentos compulsivos, como organizar recibos de forma ritualística. Insônia: Sono prejudicado por pensamentos relacionados a contas a pagar, salário, problemas com crédito, empréstimos e demais preocupações financeiras. Transtorno do Jogo: Vício em jogos de azar, que pode levar a dívidas e problemas financeiros. Ansiedade de Desempenho: A pressão por resultados financeiros excepcionais ou o medo da falha em investimentos, pode desencadear sintomas de ansiedade. Por que a Psicologia Financeira é importante? A Psicologia Financeira é importante porque podemos tomar decisões mais conscientes, quebrar padrões de comportamento, aumentar a satisfação financeira e alcançar mais equilíbrio emocional. Tomar decisões mais conscientes: Ao identificar nossos vieses cognitivos e emoções, podemos tomar decisões mais racionais e alinhadas com nossos propósitos a longo prazo. Quebrar padrões de comportamento: Reconhecer e modificar crenças limitantes sobre dinheiro nos permite avançar para hábitos financeiros mais prósperos. Aumentar a satisfação financeira: Ao entender a relação entre dinheiro e felicidade, podemos estruturar uma vida financeira mais significativa. Alcançar equilíbrio emocional: Quando temos metas possíveis e dinheiro suficiente para nosso plano de vida, podemos nos sentir mais calmos e equilibrados psicologicamente. Como aplicar a Psicologia Financeira no dia a dia Conecte-se com seus valores: Entender seus valores pode ajudar a tomar decisões financeiras mais alinhadas com seus objetivos de vida. Celebre pequenas vitórias: Reconhecer e celebrar suas conquistas financeiras, por menores que sejam, pode te motivar a continuar no caminho certo. Busque autoconhecimento: Quanto mais você aprender sobre seu funcionamento psicológico, mais preparado você estará para tomar decisões financeiras inteligentes. Como eu posso ajudar A Psicologia Financeira nos mostra que o dinheiro é muito mais do que números. É um reflexo de nossas emoções, crenças e valores. Posso te ajudar através da terapia online para, juntos, entendermos sua relação psicológica com o dinheiro. Como o livro indica, o autoconhecimento é o caminho para alcançar uma vida financeira satisfatória. Acredito na importância de adaptar o tratamento às necessidades de cada paciente. Por isso, como psicóloga, trabalho com diferentes abordagens terapêuticas, como: Psicanálise, Terapia Sistêmica e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). Também tenho um olhar para as questões neuropsicológicas, pois a neurociência tem muito a contribuir nas reações cerebrais frente ao dinheiro. A combinação dessas ferramentas permite oferecer um atendimento mais completo e eficaz! Como agendar O agendamento das sessões comigo é totalmente eletrônico, no meu consultório virtual, que fica na plataforma de terapia online Zenklub. Você pode consultar o valor da sessão e a minha agenda, que aparece com todos os horários disponíveis e já convertidos para o seu fuso horário local. Você pode realizar sua sessão de terapia de onde estiver, usando um computador ou celular! Aqui você encontra um passo a passo sobre o agendamento eletrônico. Aguardo você! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Mudança de comportamento

    Este texto pretende esclarecer como são as fases da motivação para a mudança de um comportamento indesejado. O ciclo de estágios de mudança pode ser útil para entender melhor cada etapa e como são os pensamentos e atitudes sobre a mudança de algum comportamento prejudicial. Embora uma mudança seja possível, ela não é simples porque envolve altos e baixos cognitivos, comportamentais e emocionais. Modelo de mudança de comportamento Os autores DiClemente e Prochaska criaram o Modelo Transteórico de Fases da Mudança de Comportamento para avaliar a prontidão de um indivíduo para agir em um novo comportamento mais saudável, descrevendo 5 estágios: pré-contemplação, contemplação, preparação, ação e manutenção. Foi usado para ajudar as pessoas na superação de vícios e comportamentos problemáticos, como abuso e dependência de álcool ou drogas, alimentação excessiva e tabagismo. No entanto, é útil para qualquer comportamento prejudicial que precise ser substituído por outro mais apropriado, como em casos de: procrastinação, infidelidade, bullying, atividade física, ruminação mental, TOC, jogo, gastos excessivos, abuso de medicamentos, cleptomania, bulimia, anorexia, acumulação, vício em telas, comportamento explosivo ou qualquer comportamento exagerado. As 5 fases da mudança de comportamento 1.Pré-contemplação Na fase de pré-contemplação, a pessoa não reconhece a existência de um problema ou não tem consciência dele. Tende a negar os impactos negativos de suas ações e, por isso, não vê motivos para mudar seu comportamento. Supervaloriza as desvantagens (contras) da mudança e subestima seus benefícios (prós), muitas vezes sem se dar conta desse viés cognitivo. Por essa razão, não há intenção de mudar o comportamento em breve. Alguns indicadores de que alguém está neste estágio incluem: defender-se quando o assunto é mencionado; responsabilizar terceiros por suas atitudes; acreditar que os aspectos positivos do comportamento em questão são maiores que os negativos. Tanto familiares quanto profissionais podem encontrar dificuldade em fazer com que a pessoa admita o problema e se engaje em um tratamento ou em um processo de mudança, causando frustração e desesperança. As abordagens de intervenção recomendadas neste estágio envolvem: fazer escuta ativa; demonstrar empatia; aceitar a resistência em vez de confrontá-la; auxiliar na análise dos riscos de suas ações atuais; identificar as vantagens da mudança. 2.Contemplação Nesta etapa de contemplação, a pessoa já reconhece a existência do problema e considera a mudança de comportamento. O foco está na análise dos custos e benefícios (prós e contras) da mudança, sem ainda ter efetivado nenhuma mudança prática. Embora esteja mais consciente das vantagens de mudar, as desvantagens percebidas ainda se equilibram com esses benefícios. Portanto essa ambivalência pode levar a um adiamento da tomada de medidas necessárias para a mudança de comportamento de fato. Indícios de que a pessoa está na contemplação incluem: sentimentos conflitantes em relação à mudança; incerteza; indecisão; dificuldade em dar passos em direção ao novo comportamento. Estratégias de intervenção que se mostram eficazes incluem questionar as crenças da pessoa para aprofundar sua compreensão sobre o comportamento prejudicial e investigar as potenciais barreiras à mudança. É importante lembrar que abandonar um hábito antigo, que em muitos casos oferecia alguma forma de conforto ou utilidade, pode ser intimidador. Portanto, o auxílio pode ser direcionado para reforçar o senso de propósito da pessoa. 3.Preparação A fase de preparação é marcada pela prontidão para agir, onde a pessoa começa a dar os primeiros passos rumo à mudança de comportamento. Inicia com pequenas ações que considera úteis para incorporar o novo comportamento saudável em seu dia a dia, como: comunicar as pessoas sobre a mudança, fazer pesquisas, estabelecer objetivos, providenciar recursos, agendar profissionais de ajuda, etc. Uma estratégia importante é a definição de metas pequenas e atingíveis, acompanhada da elaboração de um plano para alcançá-las. É o momento de fazer os seguintes preparativos: Identificar os recursos necessários (materiais, apoio, dinheiro, habilidades); Avaliar de forma realista o nível de dificuldade da mudança; Antecipar potenciais obstáculos ou "armadilhas". Essa clareza sobre os pontos que requerem atenção, as habilidades a serem desenvolvidas e as possíveis soluções para problemas futuros permite uma preparação eficaz e aumenta as chances de sucesso. 4.Ação Na fase de ação, a pessoa já realizou a mudança de comportamento, e seu foco passa a ser o esforço contínuo para manter esse novo padrão. Manter essas alterações pode ser desafiador e gerar pensamentos ou emoções angustiantes. Por isso, é fundamental reforçar o compromisso com a mudança e resistir à tentação de retroceder. O progresso neste estágio é alcançado através do aprendizado de técnicas de manutenção, como: Substituir atividades ligadas ao comportamento prejudicial por opções positivas; Recompensar-se pelas ações tomadas em direção à mudança; Identificar e combater crenças permissivas; Evitar pessoas e contextos que possam levar à recaída. À medida que a pessoa se torna mais ativa no processo de mudança, o papel de profissionais e familiares torna-se menos ativo. As intervenções nesta fase incluem revisões regulares das motivações, dos recursos disponíveis e do progresso alcançado, além de reconhecer e celebrar os avanços. 5.Manutenção Na fase de manutenção, a pessoa consolidou a mudança de comportamento e está agora empenhada em integrar a nova atitude ao seu estilo de vida. É necessário que a pessoa mantenha a consciência sobre as circunstâncias que podem levá-la à recaída, como momentos de estresse, contratempos, gatilhos e tentações. Um bom desempenho nesta fase é evidenciado por um compromisso consistente com a mudança, a ação proativa para evitar tentações e o desenvolvimento de sólidas habilidades de enfrentamento. As intervenções recomendadas incluem: Incentivar a autorreflexão e a autoconsciência de forma contínua; Alertar sobre o risco de recaída que pode decorrer do excesso de confiança; Promover a mentalidade de que uma eventual recaída deve ser vista apenas como um pequeno contratempo, e não como um fracasso total. Terapia para mudança de comportamento Inicialmente, o foco terapêutico percorre desde a expressão de empatia e a escuta ativa na fase de pré-contemplação até o trabalho com a ambivalência e a indecisão na contemplação, ajudando a pesar prós e contras e a questionar crenças limitantes. A compreensão a respeito das raízes psicológicas do comportamento prejudicial, bem como de aspectos mais profundos da psique, são fundamentais para evitar o deslocamento do comportamento danoso para outro também prejudicial. À medida que a terapia avança, migra para um papel mais prático e de estratégia e apoio. Na preparação, o foco se torna a definição de metas pequenas e a criação de um plano de ação realista, identificando recursos e antecipando obstáculos. Nas fases de ação e manutenção, a terapia serve como um recurso de reforço do compromisso, prevenção de recaídas e espaço para autoconhecimento contínuo. O objetivo final da terapia é ajudar o paciente a integrar o novo comportamento em sua identidade e estilo de vida, alcançando um estado de mais clareza sobre seus valores e propósitos. Como eu posso ajudar Se você se identificou com esse artigo e precisa de ajuda para mudar algum comportamento que está sendo prejudicial, sou uma psicóloga com bastante experiência no tema. Posso ajudar você com terapia online. O agendamento das sessões é eletrônico no meu consultório virtual que fica na plataforma de terapia online Zenklub. Lá você pode conferir o valor da sessão e a minha agenda. Caso precise, há um passo a passo de como agendar no meu site. Ficarei feliz em te ajudar nessa mudança! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Crenças permissivas

    O que são crenças permissivas? As crenças permissivas são pensamentos facilitadores que permitem, justificam ou minimizam comportamentos prejudiciais. Ocorrem com frequência em quem vivencia comportamentos viciantes, exagerados, agressivos, uso de substâncias e distúrbios alimentares. É um tipo de distorção cognitiva que leva a pensamentos automáticos autossabotadores que desviam a atenção da seriedade do comportamento. Servem como licença para se envolver em atividades prazerosas ou impulsivas, porém problemáticas. São comuns pensamentos permissivos, como: “Vou usar só um pouquinho.” (de droga) “Eu mereço porque tive um dia difícil.” (álcool ou comida excessiva) “Ninguém está vendo, então não vai dar em nada.” (ser agressivo) “Vai ser só mais uma partida, amanhã eu vou jogar menos.” “Pelo menos ele não está usando uma droga mais pesada.” “Me trata mal, mas pelo menos não me bate.” Consequências das crenças permissivas As crenças permissivas podem ter um impacto significativo e danoso na vida de uma ou mais pessoas: 1- Complacência: Uma atitude de conformismo e satisfação excessiva que impede de buscar melhorias ou enfrentar dificuldades. 2- Tentativa mental de seguir pelo caminho mais fácil ou mais prazeroso: Preferência por evitar o esforço, o desconforto e a confrontação de verdades difíceis, buscando sempre a rota de menor resistência. 3- Dificuldade com limites: Ineficiência em estabelecer ou respeitar barreiras saudáveis em diversas áreas da vida, como relacionamentos, finanças e hábitos. 4- Negação da realidade: Mecanismo de defesa onde a pessoa ignora, minimiza ou distorce a verdade sobre as consequências negativas daquelas ações ou situações. 5- Resistência em admitir um vício: Recusa em reconhecer a existência e a gravidade de uma dependência ou codependência, muitas vezes acreditando estar sob controle. Pessoas podem ter consequências sérias em sua saúde física ou mental por manter crenças permissivas dominando sua mente. Como tratar crenças permissivas Para tratar e superar as crenças permissivas, algumas estratégias fundamentais são: autoconsciência e honestidade, estabelecimento de limites claros, aceitação do desconforto ou desprazer, autorresponsabilização e busca por terapia. Autoconsciência e honestidade: Pergunte a si mesmo: "Onde estou sendo permissivo? Quais realidades estou negando?" A admissão de um vício ou de um comportamento prejudicial é o primeiro passo para a recuperação. Estabelecimento de limites claros: Defina e pratique limites saudáveis em todas as áreas da sua vida. Isso pode envolver aprender a dizer "não", estabelecer horários para atividades ou limitar o tempo gasto em hábitos improdutivos. Aceitação do desconforto ou desprazer: Mudar exige sair da zona de conforto. O caminho para o crescimento muitas vezes envolve desconforto e disciplina. Em vez de ceder à tentativa mental de seguir pelo caminho mais fácil ou prazeroso, opte por enfrentar os desafios, sabendo que o esforço trará recompensas a longo prazo. Autorresponsabilização: Assuma a responsabilidade por suas escolhas e suas consequências. Não culpe circunstâncias externas ou outras pessoas. Essa mudança de mentalidade é essencial para abandonar os pensamentos facilitadores. Busca por terapia: Um profissional pode oferecer ferramentas, técnicas e um espaço seguro para explorar as raízes de suas crenças permissivas e desenvolver estratégias de enfrentamento eficazes. Como eu posso ajudar Se você se identificou com esse artigo e precisa de ajuda para lidar com as crenças permissivas, sou uma psicóloga com bastante experiência no tema. Posso ajudar você com terapia online. O agendamento das sessões é eletrônico no meu consultório virtual que fica na plataforma de terapia online Zenklub. Lá você pode conferir o valor da sessão e a minha agenda. Caso precise, há um passo a passo de como agendar no meu site. Até breve! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Viés de Confirmação e Saúde Mental

    Viés de Confirmação: Por que acreditamos tanto no que queremos acreditar? O viés de confirmação é uma tendência mental inconsciente de buscar, lembrar e interpretar informações de maneira a confirmar nossas crenças e opiniões preexistentes. Essa distorção cognitiva, identificada pelo psicólogo Peter Cathcart Wason, é particularmente forte em temas com maior carga emocional ou crenças mais enraizadas. Ao defender opiniões com fervor, mesmo diante de evidências contrárias, estamos sendo movidos por este fenômeno psicológico. Ele é o responsável pela dificuldade em mudar de ideia e acreditar no que queremos acreditar. Raiz mental do Viés de Confirmação O viés de confirmação é resultado de uma combinação de fatores psicológicos, sociais e cognitivos que nos levam a selecionar informações e fazer deduções de forma tendenciosa. As principais causas são: Conforto cognitivo: Acreditar em algo que já consideramos verdadeiro nos proporciona uma sensação segura de estabilidade. Economia cognitiva: É mais fácil absorver informações que confirmam nossas crenças do que processar informações novas que as contradizem. Limitações cognitivas: Nossa capacidade de elaborar conteúdos é limitada, o que nos leva a buscar atalhos e simplificações. Excesso de autoconfiança: A confiança de que já alcançamos as melhores opiniões traz mais satisfação pessoal do que considerar o contrário. Prioridade em evitar erros: Admitir estar com uma convicção errada pode ser mais custoso do que mantê-la intacta. Falta de mente aberta: Certas pessoas não questionam suas próprias ideias devido à inflexibilidade. Como lidar com o Viés de Confirmação? Apesar de ser uma manifestação natural do nosso cérebro, é possível aprender a lidar com o viés de confirmação. Algumas estratégias úteis incluem: Buscar informações de fontes diversas: Ao se informar sobre um assunto, procure por referências que apresentem diferentes olhares. Questionar suas próprias crenças: Não tenha medo de desafiar suas próprias ideias e se abrir para novas perspectivas. Considerar evidências contrárias: Em vez de ignorar informações que contradizem suas opiniões, procure entender por que elas existem e quais são os argumentos que as sustentam. Cultivar a empatia: Tente se colocar no lugar de outras pessoas e entender seus pontos de vista, mesmo que você não concorde com eles. SAIBA MAIS sobre VIÉS COGNITIVO: Conheça o Viés da Autoconveniência. Viés de Confirmação na Saúde Mental Algumas psicopatologias podem contribuir para maior presença de Viés de Confirmação e vice-versa, como por exemplo: Transtorno de Ansiedade Generalizada TAG: Sempre que acontece algo que justifique que valeu a pena manter-se preocupado e alerta, o Viés de Confirmação se solidifica. E segue descartando que ter ficado ansioso demais, na maior parte das vezes, não teve benefícios. Fobia: Ao se deparar com consequências desastrosas a respeito do objeto ou situação geradores de fobia, a pessoa tende a se manter evitativa. Do mesmo modo, a mente pode excluir quando os resultados são neutros ou positivos. Transtorno Obsessivo-Compulsivo TOC: Sempre que rituais compulsivos geram segurança, a pessoa com TOC tende a se manter acreditando que vale a pena. Mesmo que na ausência deles poderia sentir o mesmo, resiste a mudar de opinião. Transtorno da Personalidade Paranoide: A cada vez que a pessoa paranoide confirma que suas suspeitas estavam certas acerca da maldade ou deslealdade alheia, fortifica a necessidade de se manter alerta e desconfiada. Transtorno de Ansiedade de Separação: quando ocorre um evento indesejado, confirma a crença de que sempre algo ruim pode ocorrer e por isso não deve se afastar da figura de apoio. Mas quando nada de negativo ocorre, a mente pode descartar que tudo fluiu bem quando separados. Anorexia Nervosa: Quando uma pessoa muito magra tem algum tipo de sucesso ou conquista, o Viés de Confirmação pode manter a pessoa com anorexia em um padrão alimentar restrito. Sendo que quando pessoas com peso mais alto alcançam as mesmas coisas, a informação é menos influente. Se você sente que o Viés de Confirmação está te afetando de forma significativa, seja na Saúde Mental, nos relacionamentos amorosos, "trauma bonding", no trabalho ou na Psicologia Financeira, procure ajuda profissional. Um terapeuta pode te auxiliar a desenvolver habilidades de pensamento crítico e a construir uma vida mais plena e satisfatória. Como eu posso ajudar Através da psicoterapia, oferecerei recursos para o processo de autoconhecimento, a fim de minimizar os efeitos danosos do Viés de Confirmação. Acredito na importância de adaptar o tratamento às necessidades de cada indivíduo. Por isso, como psicóloga, trabalho com diferentes abordagens terapêuticas, como: Psicanálise, Terapia Sistêmica, Terapia do Esquema e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). A combinação dessas ferramentas permite oferecer um atendimento mais completo e eficaz. Como agendar O agendamento das sessões comigo é totalmente eletrônico, no meu consultório virtual, que fica na plataforma de terapia online Zenklub. Você pode consultar o valor da sessão e a minha agenda, que aparece com todos os horários disponíveis e já convertidos para o seu fuso horário local. Você pode realizar sua sessão de terapia de onde estiver, usando um computador ou celular! Aqui você encontra um passo a passo sobre o agendamento eletrônico. Aguardo você! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Problemas em relacionamentos amorosos

    Quais os principais problemas em relacionamentos amorosos? Os problemas em relacionamentos amorosos podem afetar cada pessoa do casal de formas diferentes e até mesmo colocar em dúvida a continuidade da união. Os principais problemas de relacionamento enfrentados pelos casais são: 1. Comunicação e Conexão Problemas de comunicação: Dificuldade em expressar sentimentos, necessidades e expectativas. Mágoas acumuladas: Ressentimentos não resolvidos que afetam o relacionamento. Conflitos frequentes: Discussões constantes e dificuldade em encontrar soluções. Sentimentos ambivalentes: Dúvidas e sentimentos contraditórios em relação ao parceiro. Personalidade do parceiro: Dificuldades em lidar com os traços de personalidade do outro. Falta de intimidade emocional: Ausência de conexão profunda e compartilhamento de sentimentos. Problemas sexuais: Discrepância de preferências, baixa libido feminina ou masculina, dificuldade em falar sobre sexualidade. Pouca demonstração de afeto: O amor não é expresso através de palavras ou gestos. Dependência emocional: A falta de autonomia e o excesso de apego afetam a qualidade da relação. 2. Valores e Estilo de Vida Divergência de valores: Incompatibilidade nas crenças e princípios de vida. Estilo de vida incompatível: Rotinas e interesses muito diferentes. Vícios: Dependência de substâncias ou comportamentos viciantes que prejudicam o relacionamento. Falta de planejamento da relação: Ausência de objetivos e metas em comum. Questões referentes à paternidade e maternidade: Desacordos sobre ter filhos, educação dos filhos, etc. Diferenças de idade: Pode trazer desafios em relação a interesses, expectativas e experiências de vida. Diferenças culturais: Em relacionamentos interculturais, as diferenças de costumes podem atrapalhar. Desigualdade na renda ou padrão de vida: A discrepância financeira pode gerar diversas tensões e conflitos. 3. Dinâmica do Relacionamento Ciúmes: Sensação de posse e insegurança que prejudica a confiança. Egoísmo: Priorização dos próprios interesses em detrimento dos do casal. Acordos não cumpridos: Promessas e expectativas não atendidas. Falta de tempo: Pouco tempo de qualidade a dois. Confiança abalada: Dificuldade em confiar no parceiro após uma situação que gerou desconfiança. Monotonia: Rotina e falta de novidades na relação. Divisão de responsabilidades: Desequilíbrio nas tarefas domésticas e na administração da vida a dois. Codependência: Um depende e um cuida excessivamente do outro. Autossabotagem: Comportamentos destrutivos que atrapalham o sucesso da relação. 4. Fatores Externos Interferência de terceiros: Influência de familiares, amigos ou outras pessoas. Estresse: Pressões do trabalho, da família ou de outras áreas da vida que afetam o relacionamento. Mudanças de vida: Mudança de cidade, país ou emprego. Problemas financeiros: Dificuldades financeiras geram estresse e conflitos. Pressões sociais: Pressões para casar, ter filhos, um corpo perfeito, uma carreira de sucesso, um estilo de vida idealizado. Traumas: traumas de infância traumas de relacionamentos passados traumas atuais 5. Violência e Abuso Desonestidade: Mentiras ou omissões. Manipulação: Tentativas de controlar o parceiro e a relação. Ex: gaslighting e DARVO. Negligência: Descaso com o relacionamento ou o parceiro. Infidelidade: Traição emocional ou sexual que abala a confiança e a base do relacionamento. Violência: Episódios de violência psicológica, física, sexual, patrimonial, moral ou abuso reativo. Trauma Bonding Terminar ou continuar juntos? Dúvidas sobre o futuro do relacionamento podem surgir quando há um acúmulo de insatisfações ou quando um dos parceiros não se sente mais feliz ou realizado. Se o custo-benefício do relacionamento está prejudicado, é comum ter dúvidas a respeito da continuidade. Buscar apoio psicológico pode ser fundamental para ter mais clareza e tomar uma decisão que seja mais alinhada com as suas necessidades e valores. É importante reconhecer que todos os relacionamentos precisam de cuidados e que a ajuda de um profissional pode fazer toda a diferença. Muitas vezes, a continuidade da relação depende de algumas mudanças. A terapia de casal oferece um espaço seguro para que ambos os parceiros expressem seus sentimentos e necessidades, promovendo uma maior compreensão mútua e fortalecendo o vínculo. Através de técnicas e ferramentas específicas, o terapeuta pode ajudar o casal a solucionar os problemas e tornar a união mais sólida e satisfatória. Entretanto, é importante reconhecer que nem todos os relacionamentos são destinados a durar. A complexidade dos problemas de relacionamento pode levar ao fim de um ciclo. No entanto, mesmo diante de um possível término, fazer terapia de casal pode contribuir para um final mais amoroso e prevenção de TEPT de relacionamento. Como eu posso ajudar Sendo uma psicóloga experiente em relacionamento amoroso e em terapia de casal com pós-graduação em Terapia de Casal e em Sexualidade, estou preparada para tratar as divergências e desafios da vida a dois através de terapia online. Com o apoio adequado vocês poderão construir uma nova relação juntos! Me conheça mais clicando aqui! Acredito na importância de personalizar o tratamento psicológico para cada par. Por isso, tenho especialização em diferentes abordagens terapêuticas, como: Psicanálise, Terapia Sistêmica e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e experiência com métodos consolidados e eficazes como o Método Gottman e Terapia Focada nas Emoções (EFT). Vocês podem agendar a sessão de casal diretamente na plataforma Zenklub, local onde fica meu consultório virtual, sem a necessidade de contato prévio para combinar um horário. Basta acessar meu perfil e escolher o horário que ficar melhor para vocês. Lá é possível saber o valor da sessão e acompanhar a minha agenda com todos os horários disponíveis. Pode ser pelo site no computador ou pelo app "Zenklub" no celular. É necessário preencher um cadastro rápido no nome de uma das pessoas do casal. O sistema me notificará quando vocês agendarem e estarei aguardando na videochamada no horário escolhido! Saiba mais sobre terapia online de casal. Aguardo vocês! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Psicóloga especialista em relacionamento amoroso

    Psicóloga Ana Carolina Mainetti Ana Carolina Mainetti, psicóloga de relacionamentos Olá! Sou a psicóloga Ana Carolina Mainetti, psicóloga especialista em relacionamentos amorosos. Com mais de 18 anos de experiência, ajudei milhares de pessoas a encontrar mais felicidade e equilíbrio em suas vidas amorosas. Ao longo da minha jornada, me especializei em terapia de casal e individual, utilizando abordagens como a Psicanálise, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a Terapia Sistêmica e a Terapia Sexual. Meu objetivo é oferecer um espaço seguro e acolhedor para que você possa explorar seus sentimentos, desafios e buscar soluções personalizadas para os problemas em seu relacionamento ou na vida amorosa. Se você está enfrentando dificuldades como: Comunicação falha Falta de intimidade Trauma de relacionamento amoroso Dificuldades em encontrar um parceiro Crises conjugais Violência psicológica na relação Pedido de separação Eu posso te ajudar! Agende uma sessão online e descubra como a terapia pode transformar seu relacionamento amoroso em uma fonte de paz e felicidade. Aqui no meu site você pode ver o passo a passo de como agendar; Neste link você pode conhecer mais sobre mim; No meu consultório virtual, você pode conferir o preço e agendar sua sessão diretamente no sistema; Um compromisso social com relacionamentos amorosos saudáveis Acredito que a construção de uma sociedade mais justa e feliz passa pela saúde dos relacionamentos. Por isso, além de atender meus pacientes individualmente e em casal, dedico meu tempo a compartilhar meu conhecimento escrevendo artigos, textos e capítulos de livros sobre o tema. Ao compartilhar meu conhecimento, espero contribuir para que mais pessoas possam evitar sofrimentos desnecessários e construir relacionamentos que tragam paz e alegria. Acredito que a evolução profissional é um compromisso que tenho com meus pacientes. Por isso, dedico parte do meu tempo ao estudo e à participação em cursos e congressos. Ao me manter atualizada, consigo oferecer um atendimento mais completo e abrangente. Essa busca incessante por conhecimento me permite retribuir a confiança que meus pacientes depositam em mim. Aqui você pode conhecer meu currículo completo. Psicóloga online: terapia de onde você estiver São mais de 18 anos de experiência em Psicologia, com tantos atendimentos presenciais individuais, de casal e de grupos, que perdi as contas de quantas pessoas já ajudei! No entanto, a plataforma Zenklub, que adotei como ferramenta de trabalho para atendimento online desde 2017, me permitiu registrar mais de 12 mil atendimentos virtuais! É um marco que demonstra a eficácia e a praticidade da terapia online para a saúde mental. A terapia online me permite construir pontes e promover a inclusão, oferecendo um cuidado psicológico de qualidade para brasileiros e lusófonos de todas as partes do mundo. Uma das grandes vantagens da terapia online é a flexibilidade para os pacientes. Com apenas um computador ou celular conectados à internet, é possível realizar sessões a qualquer hora e lugar, sem a necessidade de se deslocar. Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Baixa libido na mulher

    A sexualidade da mulher, apesar de avanços em direção à liberdade nas últimas décadas, ainda é marcada por diversas disfunções, como a baixa libido. Este artigo busca listar as principais causas da libido baixa na mulher e esclarecer o psicodiagnóstico de Transtorno do Interesse/Excitação Sexual Feminino. Causas da baixa libido na mulher Como se trata de um problema complexo com múltiplas causas, a avaliação deve ser individualizada, levando em consideração os fatores físicos, psicológicos e sociais envolvidos na baixa libido de cada mulher. Aqui estão listadas as principais causas de libido baixa em mulheres: Fatores Físicos: Alterações hormonais: Uso de anticoncepcionais hormonais, gestação, puerpério, amamentação, climatério, menopausa e alterações hormonais relacionadas a doenças podem afetar a libido e a resposta sexual. Condições médicas: Doenças como endometriose, câncer, diabetes, doenças cardiovasculares e outras podem causar disfunções sexuais. Cirurgias: Cirurgias podem afetar a autoimagem e a função sexual, como por exemplo: mastectomia, histerectomia e colostomia, dentre outras. Obesidade e sobrepeso: Aumento da circunferência abdominal e excesso de peso podem diminuir o desejo sexual e causar dor durante a relação. Envelhecimento: O envelhecimento natural e as mudanças hormonais da perimenopausa podem influenciar a função sexual. Estilo de vida: Sedentarismo, indisposição, má alimentação, rotina irregular e déficit de sono prejudicam a libido da mulher. Fatores Psicológicos: Autoimagem corporal: A insatisfação com o corpo e com a região genital pode levar à diminuição da libido na mulher. Estresse e ansiedade: Níveis elevados de cansaço, estresse e ansiedade podem afetar a libido e o desempenho sexual. Depressão: A depressão está fortemente associada à disfunção sexual, diminuindo o desejo e o prazer. Traumas: Experiências traumáticas, como abuso sexual, vínculos traumáticos ou violência doméstica, podem causar disfunções sexuais na mulher a longo prazo. Falta de conhecimento: A falta de conhecimento sobre sexualidade, anatomia e fisiologia pode levar à inibição e ao medo. Medos: Medo de engravidar, medo de contrair infecções sexualmente transmissíveis e medo de ser mal avaliada pelo parceiro são fontes frequentes de prejuízo na libido. Fatores Sociais e Culturais: Pressões sociais: A busca por padrões de beleza irrealistas, ansiedade de desempenho e a pressão para se encaixar em determinados papéis de gênero podem afetar a autoestima e a sexualidade feminina. Relacionamentos: Problemas conjugais, falta de comunicação, falta de habilidade sexual do parceiro e insatisfação no relacionamento podem levar à diminuição da libido da mulher. Experiências anteriores: Experiências sexuais negativas ou dolorosas podem causar traumas e dificuldades em futuras relações sexuais. Leia sobre TEPT de relacionamento. Uso de substâncias psicoativas: Abuso de álcool, medicamentos e outras drogas pode afetar a libido feminina. Em resumo, diversos fatores, desde biológicos até sociais e culturais, podem influenciar a sexualidade feminina e levar ao desenvolvimento de disfunções sexuais. É importante buscar ajuda profissional para um diagnóstico preciso e um tratamento adequado. Transtorno do Interesse/Excitação Sexual Feminino (TIES) A ausência ou diminuição significativa do desejo sexual (baixa libido) é o principal sintoma do Transtorno do Interesse/Excitação Sexual Feminino (TIES). Essa condição causa sofrimento e pode afetar a qualidade de vida da mulher. Sintomas e Diagnóstico: Falta de interesse: A mulher não sente desejo por atividade sexual, não se excita com estímulos sexuais e não tem iniciativa sexual. Sofrimento: A condição causa sofrimento emocional e pode afetar o relacionamento com o parceiro. Diagnóstico: O diagnóstico é feito com base nos critérios do DSM-5, considerando a história médica, sexual e psicológica da paciente. Saiba mais neste artigo. Causas: Fatores físicos: Condições médicas, uso de medicamentos, alterações hormonais e dor durante a relação sexual podem contribuir para o TIES. Fatores psicológicos: Depressão, ansiedade, estresse e traumas podem afetar o desejo sexual. Fatores relacionais: Problemas de comunicação no relacionamento, insatisfação com o parceiro, relacionamento desvantajoso e expectativas irrealistas podem influenciar o desejo. Tratamento: Abordagem psicossocial: Combina terapia sexual e mudanças no estilo de vida. Educação sexual: Aumentar o conhecimento sobre sexualidade e a resposta sexual feminina. Psicoterapia individual e/ou terapia de casal: Trabalhar questões emocionais e comportamentais relacionadas ao desejo sexual. Mudanças no estilo de vida: Reduzir o estresse, praticar atividades físicas e melhorar a qualidade do sono. Assexualidade x baixa libido A principal diferença entre o desejo sexual hipoativo (baixa libido) e a assexualidade reside no sofrimento psicológico. Desejo sexual hipoativo: Caracteriza-se pela falta de interesse por sexo, mas acompanhada de sofrimento por parte da pessoa. Assexualidade: Também se caracteriza pela falta de interesse por sexo, mas sem o acompanhamento de sofrimento. A pessoa assexual não sente a necessidade de ter relações sexuais e não vê isso como um problema. Baixa libido na mulher: reflexões A sexualidade feminina é influenciada por diversas fases da vida, como adolescência, adultez, gestação, puerpério, amamentação e menopausa, e por eventos traumáticos, como violência, luto, doenças e cirurgias. Além disso, fatores como insatisfação corporal, sobrepeso, deficiências, relacionamentos abusivos e condições de saúde mental, como depressão e ansiedade, também impactam significativamente a resposta sexual. A falta de desejo sexual em mulheres pode estar relacionada a uma série de estressores, medicamentos e condições médicas, o que dificulta o diagnóstico de Transtorno do Interesse/Excitação Sexual Feminino em muitos casos. É comum que mulheres mantenham relações sexuais, mesmo sem desejo, por diversos motivos, como a manutenção do relacionamento, o que não é benéfico. A falta de conhecimento sobre sexualidade e a exploração do próprio corpo também são barreiras para uma vida sexual satisfatória. É importante que a mulher busque informações sobre sexualidade, conheça seu corpo e identifique o que gera e o que não gera prazer. Conheça meu artigo científico "Condições que conduzem à diminuição da libido e às disfunções sexuais femininas" no livro "Saúde da Mulher e seus Desafios" da Editora Science. Como psicóloga e sexóloga, o meu objetivo neste artigo foi investigar as condições que conduzem às disfunções sexuais femininas, especialmente a falta de desejo presente no Transtorno do Interesse/Excitação Sexual Feminino. Como eu posso ajudar Sendo uma psicóloga experiente em relacionamento amoroso, em terapia de casal e com pós-graduação em Terapia de Casal, em Sexualidade e em Psicossomática, estou preparada para tratar as questões relacionadas à baixa libido da mulher através de terapia online. Com o apoio adequado será possível identificar as causas e trabalhar na solução delas! Acredito na importância de personalizar o tratamento psicológico para cada pessoa. Por isso, tenho especialização em diferentes abordagens terapêuticas, como: Psicanálise, Terapia Sistêmica e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). A baixa libido pode ser tratada em terapia individual ou em terapia de casal. Você pode agendar a sessão individual ou de casal diretamente na plataforma Zenklub, local onde fica meu consultório virtual, sem a necessidade de contato prévio para combinar um horário. Você pode consultar o valor da sessão e a minha agenda, que aparece com todos os horários disponíveis e já convertidos para o seu fuso horário local. Pode ser pelo site no computador ou pelo app "Zenklub" no celular. O sistema me notificará quando o agendamento for concluído e estarei aguardando na videochamada no horário escolhido! Aguardo você! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Teoria da Troca Social em relacionamentos amorosos

    A Teoria da Troca Social, proposta pelo sociólogo George Homans, explica como os relacionamentos se formam e se mantêm através de uma avaliação das vantagens e desvantagens de cada interação. Aplicada no campo amoroso, a ideia central da Teoria da Troca Social é que as pessoas analisam se o esforço investido em um relacionamento amoroso traz mais benefícios do que custos. Como a Teoria da Troca Social explica seus relacionamentos amorosos A Teoria da Troca Social pode oferecer algumas respostas surpreendentes e práticas para o enigma do motivo de certos relacionamentos amorosos darem certo, enquanto outros acabam. A Teoria da Troca Social se baseia em alguns princípios: pessoas tendem a buscar coisas boas e evitar as ruins; o objetivo é obter o máximo de ganhos com o mínimo de perdas; antes de se envolver, os parceiros fazem um cálculo de possíveis lucros e prejuízos; o que é considerado uma recompensa pode variar de pessoa para pessoa e para a mesma pessoa em diferentes momentos. No contexto amoroso, os "benefícios" são geralmente coisas abstratas, como companhia, carinho, reconhecimento, respeito ou reciprocidade. Quando essas trocas são positivas e consistentes, relacionamentos vantajosos para ambos os lados podem surgir. Já os "custos" são os aspectos negativos de um relacionamento, como um parceiro com comportamento inconveniente, ausente ou que não cumpre suas responsabilidades ou qualquer outro tipo de problema de relacionamento. O custo-benefício nos relacionamentos amorosos: O que você ganha e o que você "paga"? A ideia central da Teoria da Troca Social é que nós avaliamos nossos relacionamentos amorosos como se estivéssemos fazendo uma análise de custo-benefício. Subconscientemente, pesamos o que "investimos" na relação (nosso tempo, energia, carinho, às vezes até dinheiro) e o que "recebemos" em troca (companhia, apoio, reconhecimento, afeto). Quando aplicamos a Teoria da Troca Social aos relacionamentos amorosos, percebemos que a satisfação e a durabilidade da relação estão ligadas a um equilíbrio constante entre o que oferecemos e o que recebemos. Se essa troca parecer injusta, com um dos parceiros sentindo que está "dando" muito mais do que "recebendo", sentimentos negativos como o ressentimento (para quem doa mais) e a culpa (para quem recebe mais) podem surgir. Relacionamentos onde as recompensas são maiores que os custos tendem a ser mais atraentes e duradouros, enquanto aqueles onde os custos pesam mais podem ser abandonados por um dos dois parceiros ou chegar a um término consensual. O que entra na balança na Teoria da Troca Social em relacionamentos amorosos? Os "benefícios" em relacionamentos amorosos são percebidos de forma individual, variam de pessoa para pessoa e podem ser diversos, como amor, carinho, companhia, satisfação sexual, apoio em momentos difíceis, proteção, segurança financeira, parceria e possibilidade de ter filhos. Já os "custos" podem envolver o estresse de discussões, o tempo dedicado ao outro, abrir mão de seus próprios planos, ciúmes, insegurança, desgaste com desregulação de humor do parceiro, medo de traição, etc. Um conceito importante aqui é o "custo de oportunidade". Ele se refere àquilo que deixamos de ganhar ou experimentar ao escolher permanecer em um relacionamento específico. Por exemplo, aquela oportunidade de estudar fora que você recusou para não se separar do seu parceiro, ou aquela pessoa interessante no trabalho que você evitou por já estar comprometido. Em essência, é a sensação de ter perdido a chance de algo que também poderia ter sido muito bom. Nossas expectativas também têm um peso enorme nessa balança. Entramos em relacionamentos com certas ideias sobre o que é justo e o que merecemos. Se ambos os parceiros sentem que a contribuição de cada um é equilibrada, a satisfação tende a ser maior. Por outro lado, a percepção de desigualdade é um terreno fértil para a insatisfação e os conflitos. A busca por alternativas também entra em jogo. Assim como comparar preços antes de uma compra, a percepção de que existem outras opções de relacionamento que poderiam nos oferecer mais benefícios com menos custos pode influenciar nossa decisão de permanecer ou não em uma relação. Como aplicar a Teoria da Troca Social no seu relacionamento amoroso? A Teoria da Troca Social não serve apenas para analisar o passado ou o presente dos seus relacionamentos amorosos, mas também como um guia para prevenir problemas futuros: Esteja atento às suas necessidades: Reflita sobre o que você realmente precisa em um relacionamento e se essas necessidades estão sendo atendidas. Comunique-se abertamente: Converse com seu parceiro sobre suas necessidades e tente entender as dele também. Busque a equidade: Lembre-se que ambos os lados da relação estão avaliando os custos e benefícios. Esforce-se para que a troca seja justa para ambos. Não se sacrifique demais: Embora a vontade de agradar o outro seja importante, sacrificar constantemente seus próprios objetivos e desejos pode ser prejudicial para você e para o relacionamento a longo prazo. Saiba mais sobre Fawning Saiba mais sobre violência psicológica em relacionamentos amorosos E se já tentamos de tudo e não estamos conseguindo um relacionamento amoroso satisfatório? Isso pode ser frustrante e desmotivador. Mas, essa sensação não precisa ser o ponto final da sua busca por um amor pleno. A terapia de casal oferece um espaço seguro e estruturado para explorar dinâmicas relacionais, identificar padrões de comportamento e desenvolver novas formas de comunicação e intimidade. Agende uma sessão comigo e vamos analisar juntos como está o "custo-benefício" do seu relacionamento. Saiba mais sobre como funciona uma terapia de casal Conheça o Método Gottman para terapia de casal Conheça a Terapia de Casal Focada nas Emoções (EFT) Mas caso seu par amoroso não se sinta preparado para uma terapia de casal, não tem problema, pois podemos fazer sessões individuais visando compreender e melhorar o relacionamento amoroso de vocês. Como eu posso ajudar Sendo uma psicóloga experiente em relacionamentos amorosos e em terapia de casal com pós-graduação em Terapia de Casal e em Sexualidade, estou preparada para tratar as divergências e desafios da vida a dois através de terapia online. Você pode agendar a sessão de casal diretamente na plataforma Zenklub, local onde fica meu consultório virtual, sem a necessidade de contato prévio para combinar um horário. Você pode consultar o valor da sessão e a minha agenda, que aparece com todos os horários disponíveis e já convertidos para o seu fuso horário local. Pode ser pelo site no computador ou pelo app "Zenklub" no celular. O sistema me notificará quando você agendar e estarei aguardando na videochamada no horário escolhido! Aguardo você(s)! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Método Gottman na Terapia de Casal

    O método desenvolvido pelo casal de psicólogos John e Julie Gottman é uma abordagem para Terapia de Casal baseada em pesquisas científicas. Seu objetivo principal é estabelecer uma base sólida para a união, otimizar a comunicação entre o casal, facilitar a resolução de conflitos e fortalecer a conexão emocional. Para que serve o método Gottman na terapia de casal? A terapia de casal através do método Gottman é estruturada para promover melhorias em três pilares cruciais do relacionamento amoroso, evitando insatisfações conjugais ou um término: Amizade: Fomentar uma ligação genuína e um conhecimento profundo do mundo interior do parceiro. Gestão de conflitos: Desenvolver habilidades eficazes para lidar com desentendimentos e outros problemas de relacionamento. Criação de objetivos em comum: Construir uma visão unificada para o futuro e trabalhar juntos para alcançá-la. Princípios essenciais do Método Gottman O cerne do Método Gottman reside na teoria da "Casa do Relacionamento Saudável", uma estrutura que ilustra os 7 elementos fundamentais para um relacionamento próspero e duradouro. Na terapia de casal serão avaliados e trabalhados esses aspectos, sendo cada um representado em um andar da casa: Construindo mapas do amor: Significa conhecer profundamente o universo interior do seu cônjuge: seus sonhos, desejos, história, preocupações e alegrias. Estar atento aos detalhes da vida do outro é a fundação para a intimidade e uma forte amizade. Casais felizes têm um conhecimento detalhado do mundo de seu parceiro. Se esse mapa está incompleto, é crucial começar a construí-lo. Nutrindo carinho e admiração: Envolve a prática consciente de expressar apreciação e sentimentos positivos em relação ao parceiro. Além de cultivar a gentileza e boa vontade. Voltando-se um para o outro em vez de se afastar: Refere-se à maneira como os parceiros respondem às tentativas de conexão e busca por atenção um do outro. Em vez de ignorar ou rejeitar, o casal se volta para o outro, aceitando os convites de ligação emocional que surgem nos momentos cotidianos. Perspectiva positiva: Trata-se de manter uma visão otimista sobre o relacionamento e sobre o parceiro, evitando interpretar ações neutras de forma negativa. Desenvolver essa mentalidade constrói um padrão de percepção positiva da relação. Gerenciando conflitos: Implica em aprender formas saudáveis de lidar com as divergências e encontrar soluções para os problemas. Casais felizes atuam como uma equipe, levando em consideração os sentimentos e a perspectiva um do outro. É fundamental aceitar a influência do parceiro, pois a vida é compartilhada e a opinião de um não deve ser anulada. Ambos têm o direito de expressar seus pontos de vista igualmente. Se houver discordância, é necessário dedicar mais tempo à conversa para chegar a um consenso, evitando manipulação, opressão, violência psicológica, DARVO, triângulo dramático ou discussões. O diálogo e a prática do controle da raiva são essenciais. Além disso, é importante manter a comunicação aberta sobre problemas persistentes, reconhecendo que nem todos os conflitos são solucionáveis. O que deve ser evitado a todo custo são práticas comuns em relacionamentos abusivos: a crítica, a defensividade, o menosprezo e a obstrução. Tornando os sonhos da vida realidade: Consiste em apoiar e honrar os objetivos e as aspirações pessoais de cada um. É vital criar um ambiente onde ambos se sintam seguros para compartilhar suas esperanças, valores e ideias. Ao integrar esses aspectos na dinâmica do relacionamento, o casal pode alcançar seus objetivos individuais e conjuntos com o apoio mútuo. Muitas vezes, os impasses em um relacionamento têm como pano de fundo sonhos não realizados, daí a importância deste tópico. Criando significado compartilhado: Envolve o estabelecimento de rituais, valores e um senso de propósito que sejam construídos em conjunto e que sejam satisfatórios e reconfortantes para ambos. Saiba sobre a Teoria Triangular do Amor Saiba sobre a Teoria da Troca Social em relacionamentos amorosos Pilares fundamentais da relação sadia No Método Gottman para terapia de casal, dois pilares sustentam a "Casa do Relacionamento Saudável" e auxiliam os casais a percorrerem seus sete andares: Confiança: A confiança se desenvolve através de experiências positivas, comunicação honesta e demonstração de responsabilidade. Saber que se pode contar com o outro em qualquer momento de necessidade, que ambos são verdadeiros e capazes de cumprir promessas e expectativas. É um estado alcançado em que cada parceiro tem a convicção de que o outro age e pensa com o objetivo de maximizar os benefícios conjuntos e não apenas os próprios. Em outras palavras, sentir que "meu parceiro me apoia e está sempre ao meu lado". Comprometimento: Representa a atitude de se dedicar com responsabilidade ao relacionamento e ao parceiro. Uma pessoa comprometida cumpre seus acordos, participa ativamente e se esforça para alcançar os objetivos em comum. Ser comprometido é agir com seriedade e constância e demonstrar, através de palavras e ações, que ambos estão engajados no relacionamento. Isso implica que, se as coisas se tornarem difíceis, o casal trabalhará junto para melhorar a situação. É como uma promessa mútua onde ambos honram os acordos da relação e promovem um vínculo de apego seguro. Se você se identifica com os princípios do Método Gottman e deseja fortalecer seu relacionamento amoroso, aprimorar a comunicação e aprofundar a conexão com seu parceiro, considere agendar um horário para iniciar a terapia de casal online. Sou especialista em Terapia de Casal e posso guiar vocês na aplicação prática dessas ferramentas para construir uma relação mais saudável e feliz. Saiba mais como funciona a terapia de casal Conheça a Terapia de Casal Focada nas Emoções (EFT) Conheça as vantagens da terapia online Como agendar É possível marcar a sua primeira sessão de Terapia de Casal comigo de forma eletrônica no meu consultório virtual. Utilizo a plataforma de terapia online Zenklub desde 2017 para atender meus pacientes em um local apropriado e seguro. Você pode consultar o valor da sessão e a minha agenda, que aparece com todos os horários disponíveis e já convertidos para o seu fuso horário local. Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Abuso reativo

    O que é Abuso Reativo? Ser chamado de abusivo por reagir a um abuso, envolver-se em discussões intensas após ser constantemente provocado, explodir emocionalmente depois de repetidas humilhações, defender-se de forma enérgica contra acusações injustas e ser rotulado como o agressor: esse é um cenário que representa o chamado "abuso reativo". Pessoas que vivenciam abuso contínuo, seja ele emocional, psicológico ou físico, podem chegar a um ponto onde reagem às agressões de maneiras que também são abusivas. Frequentemente, a pessoa que comete o abuso primário utiliza essas reações como "prova" de que a vítima é quem está sendo abusiva, invertendo os papéis e perpetuando um ciclo de manipulação, gaslighting e triângulo dramático. 4 características do Abuso Reativo: 1- Explosão emocional após intensa provocação; 2- Reação de defesa perante acusações ou ataques; 3- Sentimento de culpa ou confusão por ter "perdido o controle"; 4- Utilização da reação pela pessoa abusiva primária para manipular a situação. Em relações abusivas, a pessoa que abusa pode intencionalmente provocar a vítima até que ela reaja, muitas vezes de forma explosiva. Esse momento de reação é então usado pelo opressor para distorcer a realidade, fazendo com que a vítima se sinta culpada e os outros ao redor acreditem que ela é a pessoa problemática ou agressiva na relação. Como identificar o Abuso Reativo? É fundamental analisar o contexto e o histórico da situação para identificar o abuso reativo. O abuso reativo geralmente é precedido por um período de abuso (explícito ou sutil) ou provocação contínua. É importante observar se existe um padrão de manipulação por parte da pessoa que inicialmente comete o abuso, utilizando a reação da vítima para se vitimizar e desviar a atenção de seu próprio comportamento, invertendo os papéis de vítima e agressor. É necessário diferenciar o abuso reativo do abuso primário, onde a agressão é iniciada sem provocação e com o objetivo de controlar, intimidar, enganar ou prejudicar a outra pessoa. Consequências do Abuso Reativo O abuso reativo pode trazer diversas consequências negativas para a vítima. Além do sofrimento emocional de estar em uma situação abusiva, a pessoa pode desenvolver sentimentos de culpa, vergonha e confusão por suas próprias reações. A manipulação sofrida pode levar à perda de autoconfiança e à dificuldade em confiar no próprio julgamento. Podem surgir quadros depressivos, ansiosos, problemas alimentares, no sono, baixa autoestima, doenças psicossomáticas e outras questões de ordem emocional. Em relacionamentos românticos, o abuso reativo pode intensificar os conflitos e levar a uma naturalização da violência psicológica, inclusive prejudicando o desenvolvimento infantil quando têm filhos. Quando o casal está unido por um vínculo traumático, apego inseguro ou codependência cria-se um ciclo vicioso negativo difícil de quebrar. No caso do término do relacionamento, é comum o desencadeamento do TEPT de relacionamento ou o ingresso em outro relacionamento com uma dinâmica violenta similar. O ciclo do Abuso Reativo O ciclo do abuso reativo geralmente começa com a pessoa abusiva exercendo algum tipo de poder ou controle sobre a vítima, seja através de palavras, ações ou manipulação emocional. Essa conduta provoca uma reação na vítima, que pode variar de um afastamento a uma explosão emocional. A pessoa abusiva, então, se aproveita dessa reação para reafirmar seu papel de vítima ou para justificar seu comportamento abusivo, perpetuando o ciclo. A pessoa abusiva primária geralmente apresenta questões psicológicas prévias e não tratadas, como transtorno disruptivo de humor, transtorno explosivo, transtorno por uso de substância, vícios e transtornos da personalidade: narcisista, narcisista encoberto, antissocial ou borderline. A busca por apoio psicológico é fundamental para as duas partes. A psicóloga pode ajudar a identificar os padrões abusivos, a compreender as próprias reações e a desenvolver estratégias para lidar com a situação de forma segura e saudável. Um alerta importante: se você está sendo vítima de violência por parte de um parceiro íntimo, conheça seus direitos e como a lei pode te proteger! Como eu posso ajudar Posso ajudar, como psicóloga e terapeuta de casal, com terapia online individual ou de casal. O agendamento é eletrônico no meu consultório virtual que fica na plataforma de terapia online Zenklub. Lá é possível verificar o preço da sessão e acompanhar a minha agenda com todos os horários disponíveis. É só clicar, preencher um rápido cadastro, pagar e ter sua sessão marcada de forma prática e segura. Será uma satisfação destinar minha experiência em relacionamentos amorosos e meu conhecimento em saúde mental para ajudar! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Parentalização no relacionamento amoroso

    O que é parentalização do parceiro no relacionamento amoroso? A parentalização do parceiro no relacionamento amoroso ocorre quando um assume, consciente ou inconscientemente, o papel de pai ou mãe, cuidando, gerenciando, repreendendo e ensinando o outro, que adota o papel de filho ou filha, precisando de orientações ou cuidados constantes. Nos casos de parentalização no relacionamento, um dos dois sente que em vez de ter um parceiro, tem um filho adulto, assumindo papéis excessivos de cuidado emocional e instrumental, como gerenciar seu bem-estar, pertences, compromissos, finanças ou sentimentos. A parceria desigual do relacionamento com parentalização é prejudicial àquele que exerce o cuidado, pois acaba por negligenciar suas próprias necessidades, enquanto o parceiro-filho se torna dependente e não evolui para a autonomia. 9 sinais de parentalização no relacionamento Responsabilidades desiguais: Um dos parceiros é responsável pela maioria das tarefas do casal e também pelas do outro parceiro. Passividade crônica: a falta de pró-atividade e consistência com as responsabilidades é um padrão constante do parceiro-filho. Autonegligência: O parceiro-cuidador acaba por não ter tempo, energia e dinheiro suficientes para seu próprio autocuidado, planos e necessidades. Falta de reciprocidade: O parceiro que cuida sente que o outro não retribui e não coloca esforços para que o relacionamento se equilibre. Relação hierárquica: um está em uma posição superior de controle e cuidado, enquanto o outro, em uma posição de subordinação. Sacrifício contínuo: o parceiro prestativo sente que o parceiro-filho não evolui para se tornar um adulto funcional, necessitando se sacrificar para cuidar dele indefinidamente. Autonomia prejudicada: quando o parceiro-filho tenta ter autonomia é barrado pelo outro com críticas e invalidações. Estresse: aquele membro do casal que atua como pai ou mãe, estando mais sobrecarregado, apresenta sinais de estresse, como cansaço, depressão, ansiedade e irritabilidade. Dependência: o parceiro-filho passa a depender do outro para tomar decisões, cumprir compromissos, lembrar dos afazeres e até para cuidar de si. Consequências da parentalização no relacionamento A parentalização no relacionamento, se não for impedida, leva a consequências emocionais e estruturais definitivas. Dependendo da personalidade do cônjuge que se comporta como filho, ele desenvolve insegurança e baixa autoestima, pois se sente impotente e desencorajado a desenvolver autonomia adulta. Mas, pode lutar para manter a desigualdade de responsabilidades para se beneficiar, especialmente quando tem traços narcisistas, antissociais ou vícios. A pessoa da relação que assume o papel de pai ou mãe pode se sentir útil e necessária cuidando do outro, mantendo-o no papel de filho, mesmo de forma inconsciente. Se há tendência ao papel de salvadora, codependente, conarcisista ou tem medo de ficar sozinha, pode ter dificuldade em mudar essa realidade. O resultado é um relacionamento não-saudável, com alto risco de conflitos, queda na libido, afastamento emocional e ressentimentos mútuos. Quando não há conflitos, o casal tende a desenvolver um amor fraternal ou vazio. Parentalização no relacionamento: como é na prática O parceiro-pai ou a parceira-mãe se torna responsável por gerenciar a agenda social, as finanças, os compromissos, os afazeres da casa e, muitas vezes, até por lembrar o parceiro-filho de tarefas básicas, como pagar contas, manter a higiene, tomar remédio, e acordar a tempo. É comum que o parceiro infantilizado não se preocupe em marcar compromissos (médicos, odontológicos, consertos) e lembrar datas importantes (aniversários, festas de família). Frequentemente, a comunicação com terceiros (escola de filhos, familiares, prestadores de serviço) é assumida integralmente pela pessoa da relação que exerce o cuidado. O “filho” não apenas não faz, esquece ou faz mal feito, ele requisita ser direcionado ao demonstrar que é incapaz ou ineficiente sempre que fica sendo o encarregado por algo. Ele se torna passivo, esperando que seus problemas sejam resolvidos. Hesita em tomar decisões por medo de errar ou para não ter trabalho e espera que o outro assuma o risco e a responsabilidade pelo resultado da escolha. Embora a parentalização no relacionamento pareça ter como centro do problema o parceiro infantilizado, é relativamente comum que o parceiro-cuidador sinta a necessidade de cuidar ou controlar. Controlar tarefas pequenas e grandes do parceiro-filho (o que vestir, como gastar o dinheiro pessoal, como interagir com os outros) sob o pretexto de estar ajudando ou garantindo que seja bem feito. Quando o parceiro-filho tenta assumir uma tarefa, o parceiro-cuidador critica o resultado, focando na imperfeição e não no esforço. Isso transmite a mensagem de que ele não é competente ou capaz de fazer sozinho. Se o cônjuge-pai (ou cônjuge-mãe) faz tudo do seu jeito, só resta ao outro ocupar o papel de filho, que acata, aceita e obedece. Muitas pessoas no papel de mãe ou pai no relacionamento amoroso carregam uma missão de salvador ou uma necessidade profunda de se sentir essencial. A dinâmica se sustenta porque ambos os papéis são complementares. Causas da parentalização no relacionamento • Padrão de apego inseguro: um pode ter um apego evitativo, evitando a intimidade e a responsabilidade. E o outro pode ter um apego ansioso, usando o cuidado excessivo para não ser abandonado. • Histórico familiar: um ou ambos podem estar repetindo padrões aprendidos na infância. • Imaturidade: a dificuldade do parceiro em lidar com a responsabilidade da vida adulta o leva a encontrar no outro um refúgio. • Necessidade de controlar, consertar ou salvar: o parceiro que domina sabota as tentativas do outro de se tornar mais autônomo. • Personalidade: se há transtorno da personalidade narcisista, borderline ou antissocial a parentalização no relacionamento pode ser apenas um detalhe de vários outros problemas no relacionamento. Como lidar com a parentalização no relacionamento Para modificar a parentalização no relacionamento é necessário que: Percebam: ambos precisam concordar que a dinâmica de casal está adoecida; Aceitem mudar: é necessário que desejem sair da díade mãe (pai)-filho e mudar para uma relação de par; Refaçam os combinados: as responsabilidades precisam ser divididas de forma equilibrada com esforços compartilhados; Valorizem a autonomia: ambos precisam desenvolver autonomia, abandonando a relação de dependência que havia; Assumam os novos papeis: cada um deve se manter apenas no papel de cônjuge, cuidando para não recair nos velhos papeis de pai (mãe) e filho. Tratamento para a parentalização no relacionamento amoroso Reconhecer a parentalização no relacionamento é o primeiro passo, mas o caminho da mudança exige ajuda psicológica profissional. Para o casal, a terapia de casal oferece um espaço seguro para compreender as causas e estabelecer novos combinados, permitindo que ambos curem suas feridas passadas e finalmente se encontrem como cônjuges maduros e iguais. A terapia individual para o “pai” ou “mãe” é importante para entender a necessidade de controle, de ser indispensável e a dificuldade em estabelecer limites, e para o "filho", desenvolver a autonomia e a responsabilidade que ainda não emergiram. Como eu posso ajudar Sendo uma psicóloga experiente em relacionamentos e terapia de casal com pós-graduação em Terapia de Casal e em Sexualidade, estou preparada para tratar as divergências e desafios da vida a dois através de terapia de casal online. Com o apoio adequado vocês poderão construir uma nova relação juntos! Por estar familiarizada com casos de parentalização no relacionamento, posso ajudar qualquer um dos parceiros também em terapia individual online. Para o parceiro que tende a ser o cuidador, iremos explorar as raízes dessa tendência, bem como estabelecer as mudanças necessárias para tornar o relacionamento mais equilibrado. E o parceiro que se comporta como filho receberá ajuda para compreender os motivos mais profundos dessa postura e os meios para poder se empoderar. Acredito na importância de personalizar o tratamento psicológico para cada pessoa e cada par. Por isso, tenho especialização em diferentes abordagens terapêuticas, como: Psicanálise, Terapia Sistêmica e Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e experiência em métodos consolidados e eficazes como o Método Gottman e Terapia Focada nas Emoções (EFT). É possível agendar a sessão comigo de forma totalmente eletrônica, no meu consultório virtual, que fica na plataforma de terapia online Zenklub. Como agendar Você(s) pode(m) consultar o valor da sessão e a minha agenda, que aparece com todos os horários disponíveis e já convertidos para o seu fuso horário local. O pagamento e a sessão por videochamada também acontecem na plataforma Zenklub, de forma prática e segura. Tudo isso usando apenas um computador ou celular. Qualquer dúvida, consulte o passo a passo de como agendar no meu site ou entre em contato! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT: quando os sintomas do trauma não vão embora

    Ao viver um evento traumático e estressante, o Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT pode desencadear sintomas após o primeiro mês do trauma. Seja um sequestro, um desastre natural, acidente ou outro estressor desencadeante de sofrimento intenso ou risco de morte, é necessária a ajuda psicológica para lidar com as emoções. Diagnóstico do Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT A) Exposição a episódio traumático concreto ou ameaça de morte, lesão grave, ou violência sexual em 1 ou mais das seguintes formas: Vivência de um evento traumático; Testemunho presencial de outra pessoa vivendo o trauma; Ter conhecimento de que o evento traumático ocorreu com um ente querido; Ser exposto de forma repetida ou extrema a detalhes aversivos do trauma. (Exemplo: socorrista). B) Presença de 1 ou mais dos seguintes sintomas: Lembranças intrusivas angustiantes recorrentes e involuntárias do evento traumático; Sonhos aflitivos frequentes relacionados ao evento; Reações dissociativas, com sensação como se o trauma estivesse acontecendo novamente; Sofrimento psicológico intenso ou prolongado frente a sinais internos ou externos que se assemelhem ou simbolizem algum aspecto do trauma; Reações fisiológicas acentuadas em resposta a sinais internos ou externos que simbolizem ou se assemelhem a algum aspecto do evento traumático. C) Evitação persistente de estímulos associados ao evento traumático, começando após a ocorrência dele, conforme evidenciado por um ou ambos dos seguintes aspectos: Evitação ou esforços para evitar recordações, pensamentos ou sentimentos relacionados ao evento traumático; Evitação ou esforços para evitar coisas ou situações que despertem recordações, pensamentos ou sentimentos angustiantes relacionados ao trauma. D) Alterações negativas na cognição e humor associadas ao evento traumático, começando ou piorando depois da ocorrência dele, evidenciado por 1 ou mais dos seguintes aspectos: Incapacidade de recordar um aspecto importante do trauma vivido; Crenças negativas exageradas e persistentes sobre si mesmo, sobre os outros e sobre o mundo; Cognições distorcidas persistentes a respeito da causa ou das consequências do trauma, culpando a si ou alguém; Estado emocional negativo persistente; Desinteresse ou diminuição da participação de atividades significativas; Sentimentos de distanciamento e alienação em relação aos outros; Incapacidade persistente de vivenciar emoções positivas. E) Alterações marcantes na excitação e na reatividade associadas ao evento traumático, começando ou piorando após o evento, conforme evidenciado por 2 ou mais destes aspectos: Comportamento irritadiço e surtos de raiva; Imprudência ou comportamento autodestrutivo; Hipervigilância; Resposta de sobressalto exagerada; Problemas de concentração; Perturbação do sono. F) A duração dos sintomas é de mais de 1 mês. G) Há sofrimento significativo e prejuízo em áreas importantes da vida. H) Não se deve aos efeitos fisiológicos de uma substância ou à outra condição médica. Sintomas do TEPT Lembranças vívidas do trauma; Pesadelos frequentes; Pensamentos intrusivos e perturbadores; Sensação de ameaça constante; Evitação de lugares, objetos ou pessoas associados ao trauma; Reações intensas a estímulos que lembrem o trauma; Amnésia de parte do trauma; Negatividade; Isolamento social; Irritabilidade; Hipervigilância; Problemas de concentração e sono; Prejuízos neuropsicológicos.* *No artigo que escrevi "Prejuízos Neuropsicológicos em Pessoas com Transtorno de Estresse Pós-Traumático" publicado no livro "Ensaios de Psicologia - Escritas Científicas" da Arco Editores, é possível conhecer em detalhes os déficits neuropsicológicos que ocorrem como consequência do TEPT em pessoas que sofreram traumas psicológicos. Você pode baixar o livro clicando abaixo e procurar pelo capítulo 12. O livro é Open Access, ou seja, acesso à produção científica de forma livre e pública na internet. Causas do Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT Os eventos mais prováveis para o desenvolvimento de situações traumáticas podem ser divididos em três grupos: Eventos intencionais provocados pelo homem. Exemplos: guerra, ameaça de morte, violência sexual, tortura, assalto, crime violento, terrorismo, homicídio, sequestro, etc. Eventos não intencionais provocados pelo homem. Exemplos: incêndio, explosão, acidente de trânsito, desastre aéreo, etc. Eventos provocados pela natureza. Exemplos: enchente, terremoto, epidemia, avalanche, desmoronamento, erupção vulcânica, ataque de animais, furacão, etc. Como controlar os sintomas do TEPT? Poder se expressar sobre a vivência traumática; Reconhecer e validar os sentimentos envolvidos; Desenvolver habilidades de enfrentamento; Regular as emoções para lidar com o trauma; Reconstruir a sensação de estabilidade e segurança; Estabelecer os passos a serem dados a seguir. Outros transtornos que podem ser parecidos com o TEPT Transtorno de Adaptação: a principal diferença entre eles é a gravidade do trauma. O Transtorno de Adaptação geralmente ocorre após eventos estressantes ou que exigem muitas mudanças como separações, perda de emprego e mudança de país, mas não têm necessariamente o caráter de lesão grave ou risco de morte como no Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT. Transtorno de Estresse Agudo: o que distingue os dois transtornos é o tempo de duração dos sintomas. No Transtorno de Estresse Agudo, o padrão sintomático está restrito ao período de 3 a 30 dias após o trauma. Transtorno Obsessivo-Compulsivo: os pensamentos intrusivos recorrentes do TOC se referem a uma obsessão e não estão relacionados a um evento grave vivido, como no caso do TEPT. Transtornos de Ansiedade: os sintomas dissociativos ou excitatórios do Transtorno de Pânico não estão associados a um evento traumático específico. Da mesma forma, a ansiedade, irritabilidade e evitação do Transtorno de Ansiedade Generalizada, também não. No caso do Transtorno de Ansiedade de Separação, os sintomas estão claramente relacionados à separação do lar ou da família, em vez de um evento traumático. Transtorno Depressivo Maior: a depressão pode ou não ser precedida por um evento traumático. O que diferencia os dois transtornos são os critérios B e C do TEPT que não estão presentes no Transtorno Depressivo Maior. Transtornos da Personalidade: quando há mudanças e dificuldades nas relações interpessoais após um evento traumático, pode ser um indicativo de TEPT. Nos transtornos de personalidade, essas dificuldades seriam esperadas independentemente de qualquer exposição traumática. Transtorno de Sintomas Neurológicos Funcionais: quando sintomas somáticos novos surgem após um evento traumático, é mais indicativo de TEPT, pois para o diagnóstico do Transtorno de Sintomas Neurológicos Funcionais não há o critério de vivência de trauma grave. Transtornos Dissociativos: Amnésia Dissociativa, Transtorno Dissociativo de Identidade e Transtorno de Despersonalização/Desrealização não são necessariamente precedidos pela exposição a um trauma. Transtornos Psicóticos: também podem apresentar delírios e alucinações, mas geralmente não estão relacionados a um evento traumático agudo e não possuem as demais características do TEPT. Síndrome de Estocolmo no relacionamento: a vítima tem um vínculo emocional paradoxal com o agressor, criando um laço de lealdade e afeto, mesmo diante do abuso. Também é fruto de experiência traumática, mas pode não ter todos os critérios para o diagnóstico de TEPT. TEPT de relacionamento: como um sub tipo do TEPT comum, este aparece após a vivência traumática de um relacionamento com parceiro íntimo abusivo. Estresse Pré-Traumático: O processo é similar ao que ocorre no Transtorno do Estresse Pós-Traumático (TEPT), entretanto os sinais e sintomas ocorrem antes do evento traumático e não após. Como eu posso ajudar Por se tratar de uma vivência muito intensa, é importante que quem viveu um trauma grave que desencadeou o Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT, possa externar todos os pensamentos e emoções para esvaziar o conteúdo perturbador. Posso ajudar com terapia individual online nesse momento de choque e recuperação. Utilizo diversas abordagens psicológicas, como: Psicanálise, Terapia Sistêmica, Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Cuidado Informado sobre Trauma. Lembre-se que você não precisa atravessar esta fase sozinho! Ter acompanhamento psicológico pode encurtar a fase crítica e prevenir outros problemas psicológicos, como a depressão. Se alguém que você conhece está apresentando o Transtorno de Estresse Pós-Traumático TEPT, uma das melhores maneiras de ajudar é com o incentivo à terapia, pois a pessoa que está sofrendo pode não tomar esta iniciativa por não estar com energia suficiente. Como agendar O agendamento das sessões é eletrônico no meu consultório virtual que fica na plataforma de terapia online Zenklub. Você pode consultar o valor da sessão e a minha agenda, que aparece com todos os horários disponíveis e já convertidos para o seu fuso horário local. Você pode realizar suas sessões pelo site no computador ou pelo app no seu celular. Caso precise, há um passo a passo de como agendar no meu site. Aguardo você! Psicóloga Ana Carolina Mainetti CRP 08/17342 www.anacarolinamainetti.com

Ana Carolina Mainetti - CRP 08/17342
bottom of page